Feeds:
Posts
Comentários

Notas

BLOG JORNALISMO

Os blogs são exemplo de espaço virtual que possibilitam a ação de comunidades com outros usuários, são na maioria gratuitos, de forma simples de atualizar e abertos a comentários e opiniões. Os blogs tornaram realidade duas promessas de internet: a de liberdade universal de expressão e a de interatividade. A idéia de inrteratividade quebra com o modelo comunicacional um-todos, adotando o modelo todos-todos. Hoje, a forma mais fácil de entrar na onda do jornalismo colaborativo é montando um blog. Uma das vantagens é que o cidadão pode contar a sua própria versão dos fatos. Mas surge a grande polêmica: blogs são meios de comunicação confiáveis? Para Amorim e Vieira, a principal responsável pela credibilidade que os blogueiros adquiriram é a interatividade. Em tese, uma informação veiculada por um diário pessoal on-line não seria confiável. Mas, a partir do momento em que é posta no ar, pode ser corrigida ou retificada por milhares de pessoas.

WEB 2.0

O desenvolvimento da web 2.0, texto, vídeo, e áudio compartilhados (como Youtube e Wikipedia) enviados pelos internautas, e a queda de circulação dos jornais vêm fornecedo um terreno fértil para o florescimento do chamado jornalismo colaborativo pois alguns portais têm canais para os internautas enviarem depoimentos, fotos e vídeos, onde qualquer pessoa pode escrever as notícias ou serem fontes de informação.

Mais informações:http://blogjorluana.wordpress.com/

Passado o ‘frenesi’ da Parada Gay, movimento LGBT perde espaço para debates

 

“Enquanto não tivermos uma Lei Nacional contra a homofobia, continuaremos a ter dificuldades em combater a discriminação e lutarmos pela liberdade sexual”, afirmou a advogada que atua junto ao Grupo de Resistência Asa Branca (Grab), Lourdes Vieira. Desenvolvido em 2001, a partir de ações da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), em parceria com mais de 200 organizações afiliadas no Brasil, o Projeto de Lei da Câmara (PLC) aponta a homofobia como crime.  

 

Há três anos, o Projeto espera por votação no Senado. “Estão silenciando os debates em torno do PLC. O movimento de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais faz pressão enquanto a bancada religiosa, formada principalmente por evangélicos, emperra. Essa luta é muita antiga e temos que forçar uma postura do Estado”, afirmou Lourdes Vieira. O projeto, que torna crime a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero, tenta equiparar a situação de homofobia à discriminação de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, sexo e gênero, ficando o autor do crime sujeito a pena, reclusão e multa.

 

No último dia 3 de novembro, um casal homossexual afirma ter sofrido discriminação sexual por um funcionário do Centro de Humanidades da Universidade Estadual do Ceará (UECE). Em protesto contra a situação de violação, mais de 30 casais, entre homossexuais e heterossexuais, realizaram um beijaço contra o possível ato de homofobia. O beijo gay gerou polêmica e reacendeu os debates sobre o tema da liberdade sexual. “A situação que vivemos foi muito constrangedora. A gente estava sentado em um banco se beijando normal como um casal heterossexual. O funcionário da Uece mandou que a gente parasse”, narra o aluno, pedindo que não fosse revelada sua identidade.

 

316173-1682-cp1

 

Entretanto, essa não foi a primeira manifestação pública contra homofobia em Fortaleza. Em maio de 2005, depois de duas garotas serem “convidadas” a se retirar de uma boate em Fortaleza (Órbita), um grupo organizou, em frente ao estabelecimento, um apitaço contra a discriminação e a homofobia. Na ocasião da suposta discriminação, um casal homoafetivo foi advertido por um segurança para que parassem de se beijar ou teriam que se retirar do local. “Não fico me escondendo como todo mundo. Estava com a minha namorada e é natural que a gente se beije. É demonstração de carinho e não tenho que ter vergonha disso”, diz Fernanda Meireles, de 24 anos. A então proprietária da Órbita em 2005, Patrícia Carvalhedo, afirmou: ”sempre que isso acontece recebemos muitas reclamações dos clientes e pedimos, então, que os casais sejam discretos. Não expulsamos, isso tem que ficar claro. Mas temos que achar um denominador comum para não ofender ninguém”.

 

Em orientação a possíveis situações homofóbicas, a advogada do Grab estimula a denúncia dos casos. “De acordo com a lei municipal nº 8211, de 19 de novembro de 1998, vítimas de discriminação por orientação sexual devem elaborar uma petição e encaminhá-la à Secretaria Executiva Regional de onde ocorreu o fato. Damos total apoio jurídico e técnico. Por desacreditarem na eficácia da Lei, muita gente desiste do processo. Os casos de discriminação são muitos, mas infelizmente muita gente ainda tem medo de levar a frente à denúncia”, afirmou a advogada.

 

Internet se torna ferramenta importante no combate à homofobia no Brasil

 

Local de aparente liberdade de manifestação pública, a internet traz inúmeros sites, comunidades do Orkut e listas de debates e discussões on-line para o público gay. O site (www.naohomofobia.com.br) lançou, em outubro desse ano, a Campanha “Não Homofobia!”, que teve como principal mobilização a 13ª Parada do Orgulho LGBT Rio, em outubro de 2008, com o objetivo de ser um canal de divulgação, pressão e mobilização social pela aprovação do PLC 122/06 – criminalização da homofobia. O site deverá ficará ativo até a Parada do Orgulho LGBT Rio 2009, com o objetivo de mobilizar as pessoas e trazer a discussão da violência contra o público LGBT. A campanha estampa manequins com as marcas da homofobia.

 

internet-combate-homofobia2

 

No site, um contador digital apresenta os números da discriminação dia-a-dia. Em visita à página virtual no dia 26 de novembro, mais de 23 mil denúncias já tinham sido realizadas. A organização da Campanha afirmou que “além de esclarecer sobre o PLC 122/06 e desfazer boatos e inverdades de setores fundamentalistas e conservadores, o ponto de partida é arrecadar mais de 1 milhão de assinaturas eletrônicas até o fim da campanha na Parada do Orgulho LGBT Rio 2009”. 

 

Como a Lei prevê casos de homofobia em Fortaleza

 

Em Fortaleza, a Lei municipal Durval Ferraz prevê sanções como multa e cassação de alvará de funcionamento, para estabelecimentos privados que discriminam pessoas por causa de sua orientação sexual.
 
De acordo com a Lei Municipal nº 8211, de 19 de novembro de 1998, pessoas vítimas de discriminação por orientação sexual deve elaborar uma petição e encaminhá-la à Secretaria Executiva Regional de onde ocorreu o fato. O Grab dispõe de modelo para a elaboração dessa petição e presta assessoria jurídica e orientação àqueles que se sentirem discriminados.

 

untitled2

 

Dado entrado na petição, o Secretário da Regional tem 24 horas para encaminhar o caso a Ouvidoria do Município e esta, deve constituir uma Comissão formada por dois servidores públicos e um advogado para apurar o fato. O denunciado é notificado e tem o prazo de 10 dias para apresentar defesa. O prazo para conclusão do processo não excederá 30 dias úteis, contados a partir da denúncia. O estabelecimento comercial pode receber sanções que vão desde a advertência e multa até a cassação do alvará de funcionamento.


Um desafio enfrentado por vítimas de discriminação por orientação sexual é o fato de grande parte dos estabelecimentos comerciais não conhecerem a Lei revogada. Para sanar este problema, o próprio autor da Lei, o ex-vereador Durval Ferraz, sugere que as entidades que defendem os direitos humanos e dos homossexuais encontrem meios para divulgar a lei. Ele afirma que, na época de sua criação, foram disponibilizados dez mil exemplares de uma cartilha explicativa.

 

Conheça Lei Durval Ferraz

 

Art. 1º – Os estabelecimentos comerciais, industriais, empresas prestadoras de serviços e similares, que discriminarem pessoas em virtude de sua orientação sexual, na forma do inciso XXI do artigo 7º da Lei Orgânica do Município, sofrerão as sanções previstas nesta lei.

 

Parágrafo único – entende-se por discriminação, para os efeitos desta lei, impor a pessoas de qualquer orientação sexual, situação tais como:
I. Constrangimento;
II. Proibição de ingresso ou permanência;
III. Atendimento selecionado;
IV. Preterimento quando da ocupação e/ou imposição de pagamento de mais de uma unidade, nos hotéis e similares
V. Aluguel ou aquisição de imóveis para fins residenciais, comerciais ou de lazer.

 

Art. 2º – As sanções impostas aos estabelecimentos privados que contrariarem as disposições da presente lei, as quais serão aplicadas progressivamente, serão as seguintes:
I. Advertência;
II. Multa mínima de 1.250 UFIR;
III. Suspensão de seu funcionamento por trinta dias;
IV. Cassação de alvará.

 

Rio de Janeiro também tem sua Lei Municipal

09_mhg_rio_parada-rio

 

No último dia 11 de novembro, o Prefeito do Rio, Cesar Maia, regulamentou a Lei 2475, que proíbe discriminação por orientação sexual em estabelecimentos comerciais. A lei determina sanções às práticas discriminatórias em virtude de orientação sexual, combatendo toda e qualquer forma de discriminação por orientação sexual no Município.

Confira texto da lei no site www.naohomofobia.com.br

 

Homofobia e Direitos Humanos no Brasil

 

De acordo com o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-CE, João Ricardo Franco Vieira, não existe a figura delituosa da homofobia. “A aversão que alguém por ventura tenha ao homossexual, por si só não constitui ilícito penal. Para que a conduta se caracterize como crime depende da forma como ela se manifesta, pode haver injúria, difamação, etc. Crime de homofobia não”. Segundo João Ricardo, se a agressão for verbal podemos estar diante, por exemplo, de um caso de injúria, difamação. Se for física, pode se tratar de injúria real, lesão corporal e até mesmo tentativa de homicídio, dependendo da situação. No aspecto civil há a possibilidade de se requerer reparação de danos.

 

casal-homossexual

 

O conselheiro da OAB, João Ricardo deixa claro que a própria Constituição Federal garante que ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer algo senão em virtude de lei, e não existe lei definindo como devem ser as relações afetivas das pessoas. “Por outro lado também veda a discriminação por causa do sexo. Não existe, porém, lei federal específica que regulamente as relações homoafetivas, embora em alguns Estados da Federação e em alguns municípios existem leis de natureza previdenciária que garante ao convivente homossexual, direitos previdenciários, o que já vem sendo reconhecido pelos tribunais há algum tempo”.  

 

O representante da Comissão de Direitos Humanos da OAB-CE, João Ricardo, ressaltou que o papel do Estado é fundamental importância para a garantia dos direitos decorrentes da cidadania para toda a população. “No caso dos homossexuais especificamente é fundamental políticas públicas de combate ao preconceito, como, aliás, tem ocorrido através de diversas políticas governamentais, e isso é muito evidente nas diretrizes da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República”, enfatizou.

 

Agressões em decorrência da sexualidade

 

Pesquisa realizada pela Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT-SP), nos anos 2005 e 2006, revelou que mais da metade dos 846 entrevistados (59%) relatou ter sofrido algum tipo de agressão decorrente da sua sexualidade. Além disso, a pesquisa avaliou o perfil dos possíveis agressores. Em sua maioria (48%) os desconhecidos são os realizadores das agressões mais marcantes, em seguida, os familiares (12%), colegas de escola/faculdade (11%), amigos/conhecidos (9%), colegas de trabalho (3%), chefe (2%) e parceiros (2%). Outros autores aparecem como figuras institucionais: policial (5%), professor (2%), segurança (2%) e funcionário público (1%).

 

Sob a ótica dos filósofos

 

Se o tema é cidadania, certamente você pensou em direitos e deveres. Voto, segurança, emprego, moradia, cultura, pagar os impostos em dia, zelar pelo meio ambiente são atos de cidadania. Mas entre tantos direitos, nem sempre nos lembramos do direito à liberdade. 

 

De acordo com Aristóteles, nós somos livres para agir e não agir. Essa vontade e decisão é auto-determinada e não forçada por nada e ninguém. A nossa inteligência até inclina a vontade numa certa direção, mas não a obriga.

 

O filósofo existencialista Jean Paul Sartre levou o pensamento de Aristóteles ao extremo. Para ele, estamos condenados à liberdade, ou seja, à escolha incondicional que o próprio homem faz de seu ser. Se não somos felizes, a decisão é nossa. Se somos, também.

 

tq_001534_g1

 

Michel Foucault talvez não acreditasse nos benefícios da parada gay, pois, para ele, a luta dos homossexuais não é apenas com o mundo externo. O próprio Foucault lutou contra seus inimigos internos e chegou a tentar suicídio por não ser aceito por seu pai, médico conceituado, que chegou a levá-lo a um hospital para “virar homem”.

 

Nietzsche foi quem o ajudou a compreender que ter um ponto de vista original não era um pecado pelo qual se devesse pagar caro. Foucault jamais apresenta uma resposta, uma solução, nem aponta um caminho que possa ser considerado como “certo” para as problemáticas gays. Ele faz uma analogia da sociedade com uma torre, um grande olho que vigia os prisioneiros para que, qualquer desvio de conduta, seja respondido com a punição devida num jogo de poder entre a sociedade moderna e o sexo reprimido.

 

Saiba mais

 

Entre 1948 e 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificava a homossexualidade como um transtorno mental. Em 17 de maio de 1990, a assembléia geral da OMS aprovou a retirada da classificação do código 302.0 (homossexualidade) da Classificação Internacional de Doenças, declarando que a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão. A nova classificação entrou em vigor entre os países membros das Nações Unidas em 1994, marcando o fim de um ciclo de mais de 2000 anos em que a cultura judaico-cristã encarou a homossexualidade como pecado, crime e doença.  

Fonte: AGBTL

 

Indicação de filmes com temática GLBT

 

1- Perdidos na Noite
2- Morte em Veneza
3- Um dia de Cão
4- A Cor Púrpura
5- A Lei do Desejo
6- Maurice
7- Garotos de Programa
8- Um Amor Diferente
9- Tomates Verdes Fritos
10-  O Banquete de Casamento
11-  Priscilla, a Rainha do Deserto
12-  Somente Elas
13-  Delicada Atração
14-  Será Que Ele É?
15-  Minha Vida em Cor-de-Rosa
16-  O Oposto do Sexo
17-  Vamos Nessa
18-  Tudo Sobre Minha Mãe
19-  Segredos e Confissões
20-  O Clube Dos Corações Partidos
21-  Coisas Que Você Pode Dizer Só De Olhar Para Ela
22-  Billy Elliot
23-  Hedwig – Rock, Amor e Traição
24-  Madame Satã

 

Confira a lista completa no site

 

 

RIO – Terceiro grande marco da história da televisão brasileira, depois de sua inauguração em 1950 e da TV em Cores, em 1972, a TV digital tem sua implantação adiantada em relação ao cronograma oficial. Às vésperas de completar um ano de implantação no país, a TV Digital brasileira, que nasceu livre, grátis e aberta, com a tecnologia mais avançada do mundo, deverá fechar 2008 com cobertura suficiente para atender cerca de 40 milhões de habitantes.

A informação faz parte de um levantamento feito pelo Fórum do Sistema Brasileiro da TV Digital Terrestre – SBTVD, com base no cronograma de implantação do Ministério das Comunicações e no número de habitantes das cidades (Censo 2007/IBGE), onde a TV Digital entrará em operação até o final de 2008.

Nenhum país conseguiu os resultados obtidos pelo Brasil em tão pouco tempo. Somos um case de sucesso, já amplamente reconhecido no exterior – observa Roberto Franco, presidente do Fórum STVD.

Adiantadas em relação ao cronograma oficial, São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Goiânia (GO), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS), já têm transmissão digital em HD e para dispositivos móveis e portáteis.

Florianópolis (SC), Salvador(BA) e Campinas (SP) terão até dezembro de 2008. E até o final de 2009, todas as capitais brasileiras terão TV Digital funcionando.

Outro dado levantado pelo Fórum SBTVD foi o número de telespectadores, que poderá chegar a 645 mil até dezembro de 2008. Essa estimativa é baseada na previsão de vendas de receptores fixos e móveis da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), feito antes da crise internacional anunciada.

Ao todo, calcula-se a comercialização de 150 mil receptores fixos como conversores externos e embutidos em TVs, com estatísticas que apontam 3,3 telespectadores por aparelho, acrescidos de mais 150 mil receptores móveis (celulares, minitvs e pen-drives), com uma pessoa por dispositivo.

Para apontar as razões desse sucesso, Franco lembra os cuidados que o país tomou, desde a escolha da tecnologia. A preocupação do Fórum SBTVD, que é formado por representantes do Governo e de toda a indústria da TV distribuídos nos módulos Técnico,PI, Promoção e de Mercado sempre foi focar no que é melhor para o consumidor, sem causar ônus.

A qualidade de trabalho do Módulo Técnico, por exemplo, responsável pela elaboração das Normas Técnicas da TV Digital, chegou a ser reconhecido por organizações internacionais como a ITU, que elogiaram não apenas a qualidade, mas a agilidade com que foram produzidas.

Fonte: http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/11/13/e131123106.html

Second Life (SL) é um mundo virtual em 3 dimensões inteiramente construído por seus residentes. Ele foi aberto ao público em 2003 e desde então está crescendo explosivamente. Nesse metaverso (universo virtual), por meio de um avatar (personagem), os residentes podem interagir. Você pode fazer tudo que faz no mundo real e ainda voar ou se teleportar para qualquer lugar.

Um aspecto muito interessante é que tudo o que existe nesse mundo – atrações, objetos, eventos, veículos, roupas, edificações – foi criado pelos residentes e a eles pertence, podendo ser distribuído gratuitamente ou vendido, gerando comércio e renda no mundo real. O dinheiro do SL é o Linden Dólar, cuja cotação é próxima de 270 linden dólares para cada dólar americano.

Os brasileiros estão cada vez mais presentes. No segundo semestre de 2006 o Brasil pulou do 12º país mais presente na rede para o 4º no ranking atualmente liderado pela Alemanha seguida por Estados Unidos e França.


secondlife

Atualmente, o número total de “residentes” é de aproximadamente 7,5 milhões, sendo que mais de 1.700.000 se conectaram nos últimos 60 dias. A estimativa para início de 2008 é de 2 milhões de brasileiros cadastrados. O número de usuários ativos do nosso país chegou a 129.000 em fevereiro.

Grandes empresas e entidades estão se instalando no Second Life. Exemplos são a Fecomércio de SP, IBM, Petrobrás, Unibanco e Telefônica. Empresas como Toyota, Vodafone, General Motors e IBM que já usam como plataforma para negócios reais.

Fonte: http://www.democratas.org.br/secondlife

No Brasil a TV digital foi lançada oficialmente na grande São Paulo no dia 2 de dezembro. Depois disso, essa nova tecnologia de transmissão vai se expandir para outras regiões do país. De acordo com o Fórum Brasileiro de TV Digital, até 2013 a novidade deve estar disponível em todo o Brasil. As principais novidades trazidas por essa novidade são imagem e som de maior qualidade, além de mobilidade, portabilidade, multiprogramação e também a possibilidade de o telespectador interagir com os programas da TV.

Essa forma de transmissão é gratuita, mas para acessar os canais em alta definição, é necessário ter um conversor digital (set-top-box) ou uma TV já adaptada e uma antena UHF. Para obter melhor qualidade das imagens de alta definição é preciso ter um aparelho de TV com tecnologia Full HD (1.920 x 1.080). Dependendo do nível de qualidade desejado, o gasto pode ficar entre R$ 200 e R$ 1,1 mil, na compra do conversor digital.

O padrão brasileiro para a transmissão de imagens tem como base o padrão japonês, que vibiliza a mobilidade, portabilidade e alta definição. As principais adaptações do modelo nacional estão ligadas ao tipo de compressão dos arquivos (H264) e ao desenvolvimento de um sistema de interatividade próprio (Ginga). Fonte

Existem três modelos de TV digital: americano, auropeu e japonês. O modelo americano funciona apenas nos aparelhos de TV. Não é portátil nem móvel, ou seja, não chega na tela de um telefone celular ou de automóveis, por exemplo. o modelo europeu transmite a programação de TV também para celulares. Mas não para veículos. O sistema japonês é o único que transmite em alta definição para televisores, celulares e veículos. Fonte

Em 2006, o Brasil decidiu adotar o sistema japonês, conhecido como ISDB-T, colocando ponto final em uma intensa negociação, que envolveu ainda Estados Unidose União Européia (UE). Fonte

A internet se constitui uma ferramenta imprescindível para as lutas sociais contemporâneas, já que facilita as atividades, pode unir e mobilizar pessoas e entidades de diferentes localidades em prol de uma causa local ou transnacional, bem como quebrar o monopólio da emissão e divulgar informações “alternativas” sobre qualquer assunto. Sendo assim, indivíduos, movimentos e organizações fundam, a partir do uso da internet, o chamado ciberativismo, ativismo digital ou ativismo on-line.

A utilização da rede por parte desses grupos visa poder difundir informações e reivindicações sem mediação, com o objetivo de buscar apoio e mobilização para uma causa; criar espaços de discussão e mobilizar indivíduos para ações e protestos on-line e off-line.

 

Sandor Vegh (2003) propõe três categorias de classificação do ativismo on-line. Na primeira afirma que a internet pode funcionar como uma fonte alternativa de informações. A segunda inclui a organização e mobilização, a partir da internet, para uma determinada ação. A terceira e última categoria é formada pelas iniciativas de ação/reação; mais conhecida por “hacktivismo”, ou ativismo “hacker”.


A partir dos protestos de Seatle, os ativistas puderam contar com o Indymedia, oferecendo uma versão dos protestos diferente da oferecida pelas mídias de massa; a versão sob a ótica dos próprios participantes das manifestações. Desta forma o indymedia e, mais especificamente o Centro de Mídia Independente (CMI), ramificação brasileira da organização, se constitui em um exemplo interessante para análise do ciberativismo no Brasil. O propósito do CMI é constituir como uma fonte alternativa de informação às organizações de mídia corporativa.

Fonte: Redes e ciberativismo

A princípio, o diário na internet vem assumir o pecado da vaidade no escrito íntimo. Ele é a prova de que o diarista pretende falar sobre si mesmo e espera que um grupo de pessoas se interesse e goste do assunto.

O fenômeno começou a se desenvolver no Brasil por volta do início do ano 2000, embora já tivesse surgido em outros países, e recebeu o nome de blog, criado pelos próprios praticantes do gênero. A palavra é uma contradição em si mesma, uma contração entre web (página na internet) e log (diário de bordo). Por isso o uso da expressão “diário íntimo na internet” para substituir o termo blog. A noção de íntimo aparece porque muitos blogueiros vão tratar nesse espaço de questões pessoais que pertencem ao terreno da intimidade.

Surge, então, o diário pessoal na internet, ou seja, dirigido ao público. Embora o blog tenha tomado corpo e desenvolvido uma série de novas funções que não apenas a de “diário”. É a decisão do diarista abrir um escrito íntimo para um ou vários leitores que cria uma nova tensão entre os assuntos públicos e privados e, a partir dela, uma série de questões irá surgir.

Durante muito tempo as páginas pessoais também serviram como um treinamento para dominar a técnica de colocar textos e fotos na internet. De certa forma, o blog surgiu como um sistema de disponibilização de textos e fotos na web menos complexo e mais rápido, o que facilitou a fabricação de páginas por indivíduos com pouco conhecimento técnico. Essa facilidade ampliou o número de pessoas que podiam ter um blog. Essa facilidade ampliou o número de pessoas que podiam ter um blog.

Fonte: Blog: comunicação e escrita íntima na internet

Os blogs tornaram realidade duas promessas de internet. A primeira é a liberdade universal de expressão, onde qualquer um pode escrever o que quiser em seu blog. A segunda é a interatividade, na qual o blogueiro ao escrever um texto, pode receber comentários. Hoje, os blogs deixaram de ser meros “diários on-line”. Eles dão notícias, contam piadas, fazem política, criam arte e podem ser considerados até literatura. Os blogs interferem na cultura, na carreira, nas empresas, na política, enfim, em todas as áreas da vida. (AMORIM & VIEIRA, 2006, p. 101).

Para Amorim e Vieira (2006, p. 102 – 103), a principal responsável pela credibilidade que os blogs adquiriram é a interatividade. Em tese, uma informação veiculada por um diário pessoal on-line não seria confiável. Mas, a partir do momento em que é posta no ar, pode ser corrigida ou retificada por milhares de pessoas. Ganha peso e identidade. Foi esse mesmo princípio colaborativo que tornou a enciclopédia Wikipédia uma fonte de pesquisas com credibilidade comparável à da tradicional Enciclopédia Britânica.

Fonte: AMORIM, Ricardo; VIEIRA, Eduardo. Blogs: os novos campeões de audiência. Revista Época, julho 2006.

Os blogs são exemplo de espaço virtual que possibilitam a ação em comunidades com outros usuários, com uma interface relativamente fácil de ser aplicada, gratuitos na maioria dos casos, simples de atualizar, de baixo custo e abertos a comentários e opiniões que servem de instrumento para melhorar a comunicação com clientes e funcionários.

A idéia de interatividade quebra com o modelo comunicacional um-todos (em que a informação é transmitida de modo unidirecional), adotando um modelo todos-todos, em que todos aqueles que integram redes de conexão operacionalizadas por meio das NTIC – Novas Tecnologias da Informação e Comunicação fazem parte do envio e do recebimento das informações.

O desenvolvimento da Web 2.0, texto, vídeo e áudio compartilhados (como You Tube e Wikipedia) enviados pelos internautas, e a queda de circulação dos jornais vêm fornecendo um terreno fértil para o florescimento do chamado jornalismo colaborativo pois alguns portais têm canais para os internautas enviarem depoimentos, fotos e vídeos, onde qualquer pessoa pode escrever as notícias ou serem fontes de informação.

Fonte: Os blogs e a comunicação no mercado digital e virtual.

Hoje, a forma mais fácil de entrar na onda do jornalismo colaborativo é montando um blog. Uma das vantagens é que o cidadão pode contar sua própria versão dos fatos. Mas, surge a grande polêmica: blogs são fontes de informação confiáveis? Jornalistas conceituados mantêm blogs, onde podem adicionar comentários pessoais, além de ter liberdade de postar fotos, vídeos e áudio. A resposta do leitor é imediata. Através dos comentários, o blogueiro tem como interagir com o público e, quando uma notícia é publicada com erro, o próprio público alerta, e o blogueiro tem como corrigir o erro sem que muita gente chegue a ver, diferente dos jornais impressos, que não tem como voltar atrás do erro publicado.

 

 

Aguero deixa Brasil chupando dedo

Aguero deixa Brasil chupando dedo

 

A seleção brasileira de futebol passou vexame na semifinal contra Argentina nesta terça-feira, 19 de agosto. E o tão sonhado ouro olímpico está, mais uma vez, adiado. A derrota diante do seu maior rival não poderia ter ocorrido de forma pior, uma goleada de 3 a 0, sob os aplausos de Diego Maradona no Estádio dos Trabalhadores em Pequim. O que se viu foi uma seleção apática, sem tentativa de jogadas mais ousadas. Enquanto isso Aguero, por duas vezes, e Riquelme decretaram a vitória com autoridade do time argentino. No país do futebol a população assistiu atônita, a derrota contra seu maior rival.

 

Brasil e Argentina chegam a semifinal com quatro vitórias e 100% de aproveitamento nos jogo. Esse foi o segundo confronto entre Brasil e Argentina na história dos Jogos Olímpicos. Há 20 anos, em Seul 88, a seleção treinada por Carlos Alberto Silva derrotou o adversário por 1 a 0 e se classificou para a semifinal contra a Alemanha.

 

Atual campeã olímpica, a Argentina encara a Nigéria no sábado, à 1h, na disputa pelo ouro. Na sexta-feira o Brasil volta a campo contra a Bélgica, às 8h, em Xangai, para ver quem fica com a medalha de bronze.

 

Brasil x Argentina

 

Brasil e Argentina foram sempre protagonistas de jogos emocionantes, decisões dramáticas e até batalhas campais. Por isso, sua velha rivalidade na bola e, às vezes, na briga, se transformou no clássico do continente. O primeiro duelo oficial ocorreu em 1914, no Gymnasia y Esgrima de La Plata, pela disputa da Copa Roca, fez 1 a 0 para o Brasil. Pode parecer quase inacreditável, mas, no início, os encontros foram disputados num clima de impecável cordialidade.

 

Fonte: Um duelo de gigantes

No Dia do Solteiro, 15 de agosto, a capital cearense tem muito que comemorar. De acordo com pesquisa inédita do Instituto Ipsos/Marplan/EGM, realizada em nove cidades de abril de 2007 a junho deste ano, Fortaleza é a quarta capital brasileira com maior número de solteiros, 38% (49% homens e 51% mulheres). A capital dos solteiros é Salvador, 45% da população acima dos 18 anos está sozinha. No segundo está Brasília, com 41% de solteiros (51% homens e 49% mulheres), seguida por Belo Horizonte, com 40% (52% homens e 48% mulheres). De acordo com o censo 2000 do IBGE, há quase 53 milhões de pessoas com mais de 18 anos solteiras, ou 30% da população, um número 70% maior do que na década de 90.

A pesquisa da Ipsos, que também mapeou as tendências de comportamento dos solteiros, mostra que é mais fácil conhecer alguém interessante nos corredores de um shopping center (54% dos solteiros freqüentam esses locais) do que na pista de dança de uma balada (apenas 31% vão para danceterias). Assistir a jogos de futebol no estádio, cozinhar nos fins de semana para os amigos e ficar simplesmente em casa assistindo DVD também são atividades mais populares do que ir a concertos e mesmo malhar na academia.

Essas informações fazem brilhar os olhos do mercado. “Hoje em dia, quem dita boa parte das tendências do mercado de consumo são os solteiros, justamente porque eles podem gastar mais com suas próprias vontades”, diz o professor de Economia da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), José Eduardo Amato Balian. “Animais de estimação, prédios para pessoas sozinhas, alimentos pré-prontos, empresas de turismo especializadas, restaurantes, cinemas, bares, teatros, shows…. Todos esses mercados e setores crescem por causa dos solteiros. Quanto mais solteiros, melhor.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.